Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas 19.10).
“Crer em Deus?!… Nem pensar! Não preciso de uma religião. Só as pessoas fracas buscam ajuda nela.” Assim eu pensava quando era jovem. Aos 17 anos conheci um socialista. Sua ideologia me entusiasmou, porque eu percebia que havia bastante miséria neste mundo.
Ocasionalmente o seguinte pensamento me preocupava: O que há depois da morte? Procurava me convencer de que nossa vida termina com a morte; baseando-me em estatísticas, calculei quantos anos poderia viver e refleti como esse tempo passaria de maneira mais interessante e razoável possível. O contato que tive com um cristão terminou quando zombei dele; contudo, ele tinha chamado minha atenção sobre o fato de que Deus vive e poderia me encontrar. Mais tarde conheci um outro cristão, um bom colega; este não respondia às minhas zombarias, mas orava por mim.
Problemas de saúde da minha esposa e meus também, além de dois acidentes de trânsito, me levaram a questionar a vida. Então aconteceu o que eu julgava impossível em outros tempos: aceitei um convite para assistir umas conferências cristãs. A mensagem tocou meu coração e minha consciência. Foi como se Deus tivesse falado comigo pessoalmente. Uma forte sensação de estar perdido me invadiu. Minha esposa me acompanhou na noite seguinte. Ambos nos sentimos tocados. Ansiávamos por buscar ajuda em Jesus Cristo, de quem o pregador falava.
Esse foi o início de uma vida completamente nova. Deus perdoou nossos pecados, nossa incredulidade obstinada e achamos uma paz que jamais pensamos que existisse.
Devocional Boa Semente
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