Porque o Filho do Homem veio salvar o que se tinha perdido (Mateus 18:11).
Ao dar uma volta pelo cemitério, alguém notou todos os tipos de inscrições nos epitáfios. Algumas manifestavam esperança baseada na fé, outras refletiam um estado de melancólica resignação. Qual era o fundamento desses pensamentos? Era a convicção do falecido ou dos parentes? Ou apenas eram meras palavras?
Recentemente, li essa breve inscrição: “Perdido, mas não esquecido.” Ficou claro o que os parentes queriam dizer com essa frase. Mas será que eles perceberam a seriedade contida na palavra “perdido”?
A perda pode ser muito mais que a separação de um ente querido, que não pode ser anulada, por mais dolorosa que tenha sido. A questão que surge é se o falecido estava perdido ou salvo do ponto de vista de Deus. Estar perdido nesse sentido significa estar separado de Deus e condenado por toda a eternidade devido aos pecados cometidos. Essa é a afirmação bastante clara da Palavra de Deus, a Bíblia. É por isso que precisamos dar atenção à seriedade dessa advertência.
Contudo, há esperança para todo aquele que dá ouvidos à advertência divina. A Bíblia também diz que Deus não deseja que ninguém se perca. Essa é a grande mensagem endereçada a todos hoje em dia: “Vivo eu, diz o Senhor JEOVÁ, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva” (Ezequiel 33:11). Deus nos oferece a vida em Seu Filho, Jesus Cristo. Quem O recebe tem a vida (1 João 5:12). Então a palavra “perdido” jamais poderá ser aplicada à nossa vida, pelo contrário, o que melhor a definirá será a palavra “salvo”.
Devocional Boa Semente
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