Confessei-te o meu pecado e a minha maldade não encobri; dizia eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado.
Bem-aventurados aqueles cujas maldades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos (Salmo 32:5; Romanos 4:7).
Um cristão de Ruanda estava de passagem na França para fazer uma prova num instituto de educação superior quando começou a terrível guerra civil em seu país. Numa entrevista com um jornalista, ele relatou como sua esposa, seus filhos e a maioria de seus parentes foram massacrados. Ele irrompeu em lágrimas. Quando se recuperou, explicou que o que mais temia, contudo, era que pelo fato de ser cristão, não sabia se seria capaz de perdoar.
Também experimentamos tal sofrimento. É dificílimo apagarmos de nossa memória qualquer erro cometido contra nós, mesmo que insignificante, ainda que afirmemos que já perdoamos e esquecemos o fato.
Isso nos faz reconhecer quão incomparavelmente grande é o amor de Deus: Ele perdoa os pecados de todos os que confessam o Senhor Jesus como seu Salvador pessoal. Ele perdoa apesar de tudo o que possamos ter feito ou dito. Ele perdoa e lança para trás de Si nossos pecados (Isaías 38:17). Como Ele pode fazer isso? Porque Jesus suportou o castigo que nós merecíamos. Se crermos em Jesus, Deus é fiel e justo para nos perdoar (1 João 1:9): fiel, porque Ele cumpre Suas promessas; justo, porque o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado (1 João 1:7). Deus seria injusto com Seu próprio Filho se nossos pecados tivessem de ser pagos uma segunda vez.
Devocional Boa Semente
www.literaturacrista.com.br